Mauro De Nadal como porta-voz do agro de SC na COP30…

por Plinio Ritter – @plinioritteroficial

Na COP30, que inicia na próxima semana, no Pará, Mauro De Nadal chega como uma das vozes mais preparadas para defender um modelo de produção que o Brasil inteiro observa com atenção. Santa Catarina consolidou uma lógica que poucas regiões conseguiram: produtores pequenos e médios, cooperativismo forte, tecnologia no campo e respeito ambiental genuíno.
Mauro leva três propostas concretas para fortalecer e reconhecer quem produz com responsabilidade:

  • Compensação financeira para produtores que preservam áreas verdes
  • Incentivos fiscais para investimentos em energia limpa e renovável
  • Compensação ambiental para municípios com áreas preservadas, com recursos para saneamento básico

As proposições catarinenses farão parte da carta que a Unale (União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais) entregará à cúpula da COP30.
A participação do deputado nos painéis e na articulação política reflete um movimento maior: SC não quer apenas ser exemplo, quer ser referência normativa. O recado de Mauro é direto: se o mundo busca caminhos para equilibrar economia e preservação, pode olhar para o Sul do país.


Agronegócio catarinense intervém em prol de Carol De Toni e articula Carlos Bolsonaro via Mato Grosso do Sul

Essa semana veio à tona a crise instaurada nos bastidores da direita catarinense sobre a vaga ao Senado pelo PL em 2026.
Ana Campagnolo (PL) assumiu as dores de Carol De Toni (PL), e se posicionou pela saída de Carlos Bolsonaro (PL) do cenário estadual.
Eduardo Bolsonaro (PL) reagiu, disse ser um ato de ingratidão a atitude de Ana e de Carol.
A bem da verdade a gratidão é uma via de mão dupla, se de um lado há uma dívida de lideranças de direita com a família Bolsonaro, de outro há uma dívida desta família com as lideranças que sempre a apoiou. Ninguém vence sozinho.
Não deixa de ser fato que a atuação controvertida de Eduardo Bolsonaro nos EUA e a movimentação pífia do Senador Jorge Seif (PL), na questão das taxas impostas por Trump aos exportadores brasileiros, que atingiu em cheio Santa Catarina, abalou a confiança do catarinense nas escolhas de cima para baixo da família Bolsonaro.
Por outro lado, Esperidião Amin (PP) é Carol De Toni, além apenas do fator ideológico, têm mostrado efetivo trabalho ao Estado, na busca de diálogo para mitigar os prejuízos ao nosso Estado e nossa gente.
Nessas circunstâncias, surgiu do nada o nome de Carlos Bolsonaro em Santa Catarina, com potencial de rachar a direita em três fortes candidaturas, que se enfrentando nesse cenário sairiam enfraquecidas, abrindo a porta de oportunidade para a esquerda fazer uma cadeira no Senado.
Assim, setores do Agronegócio catarinense, com uma visão do todo, perceberam que Carlos Bolsonaro ajuda mais a direita e o próprio Jair, acaso concorrer por outro Estado em que possa somar num projeto de direita, não dividir, como tem se desenhado em Santa Catarina.
Dessa maneira, andaram bem as conversas no último dia no sentido de Carlos Bolsonaro sair ao Senado pelo Mato Grosso do Sul, o que a um só tempo pacifica e fortalece a direita catarinense, bem como torna mais robusta a direita em Campo Grande e adjacências.
A questão será levada a Jair Bolsonaro, para bater o martelo, pelo sim, pelo não, em breve.


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